REVISTA CONCERTO RECEBE PRÊMIO APCA COMO "DESTAQUE DA CRÍTICA", CONCEDIDO POR CRÍTICOS QUE TRABALHAM NA REVISTA CONCERTO! ARTIGO DE ISAAC CARNEIRO VICTAL NO BLOG DE ÓPERA & BALLET.
A própria Revista Concerto nos informa que CAMILA FRESCA, uma das principais colaboradoras da referida publicação, faz parte do comitê de jurados que concede o prêmio da associação de críticos citada. Outras ilustres figuras como Flávia Toni e Sidney Molina integram o júri e pode-se dizer, fazem parte da mesma panelinha.
Nosso blog anteriormente também informa, críticos da Concerto dão palestras nos teatros municipais e o dono da Concerto, Nelson Rubens Kunze, conhecido como "seu Kunze", possui uma livraria e loja de discos dentro da Sala São Paulo.
Nosso blog anteriormente também informa, críticos da Concerto dão palestras nos teatros municipais e o dono da Concerto, Nelson Rubens Kunze, conhecido como "seu Kunze", possui uma livraria e loja de discos dentro da Sala São Paulo.
Atualmente consta como uma das postagens mais visitadas do nosso humilde blog independente, artigo crítico de minha autoria sobre os rumos que a OSESP tomou após a saída de John Nescling. Também consta entre postagens mais visitadas, outro artigo de Marco Antônio Seta sobre polêmica montagem da ópera Don Giovanni de Mozart no Municipal de SP.
O nosso editor Ali Hassan Ayache já chamou a Revista Concerto de "PRAVDA", jornal oficial estalinista, sintoma daquilo que o adversário de Stalin, Leon Trotsky, chamava de "degeneração burocrática" da União Soviética.
Em vista desse panorama, perdão pela falta de modéstia, nosso blog se coloca cada vez mais como documento histórico! Quem quiser saber no futuro sobre o que aconteceu com a OSESP após a saída de John Neschling, ou sobre as polêmicas montagens de ópera em São Paulo na presente década, encontra aqui nesse espaço críticos não alinhados com a imprensa oficial e consentida.
Não fazemos parte das panelinhas por insistirmos no julgamento técnico, aqui a gente não tolera que se julgue uma obra de arte por conveniência política. Não aceitamos que o publico conhecedor das partituras e das gravações de referência, seja tratado como "retrógrado". Denunciamos a propaganda enganosa. Eu sou uma pessoa de esquerda, mas já me chamaram de "bolsonarista", apenas por insistir que não tem nada a ver esse negócio de julgar valor artístico com base em se o artista é de esquerda ou direita, ou se defende determinadas causas. Exemplo o mundo inteiro por anos e anos consome artistas da antiga união soviética, até quem odeia a extinta União Soviética, pois na Rússia historicamente já compreenderam o que se deve fazer para se ter arte de alto nível. Por outro lado, crítica complacente e propagandística pode funcionar num ambiente paroquial, mas mentira tem perna curta e essas patranhas não surtem muito efeito em quem é de fora.
Isaac Carneiro Victal
O nosso editor Ali Hassan Ayache já chamou a Revista Concerto de "PRAVDA", jornal oficial estalinista, sintoma daquilo que o adversário de Stalin, Leon Trotsky, chamava de "degeneração burocrática" da União Soviética.
Em vista desse panorama, perdão pela falta de modéstia, nosso blog se coloca cada vez mais como documento histórico! Quem quiser saber no futuro sobre o que aconteceu com a OSESP após a saída de John Neschling, ou sobre as polêmicas montagens de ópera em São Paulo na presente década, encontra aqui nesse espaço críticos não alinhados com a imprensa oficial e consentida.
Não fazemos parte das panelinhas por insistirmos no julgamento técnico, aqui a gente não tolera que se julgue uma obra de arte por conveniência política. Não aceitamos que o publico conhecedor das partituras e das gravações de referência, seja tratado como "retrógrado". Denunciamos a propaganda enganosa. Eu sou uma pessoa de esquerda, mas já me chamaram de "bolsonarista", apenas por insistir que não tem nada a ver esse negócio de julgar valor artístico com base em se o artista é de esquerda ou direita, ou se defende determinadas causas. Exemplo o mundo inteiro por anos e anos consome artistas da antiga união soviética, até quem odeia a extinta União Soviética, pois na Rússia historicamente já compreenderam o que se deve fazer para se ter arte de alto nível. Por outro lado, crítica complacente e propagandística pode funcionar num ambiente paroquial, mas mentira tem perna curta e essas patranhas não surtem muito efeito em quem é de fora.
Isaac Carneiro Victal

Comentários
Postar um comentário