MELHORES E PIORES DE 2016 PELO BLOG DE ÓPERA & BALÉ: MELHOR CANTOR SOLISTA, RODOLFO GIUGLIANI.

   

Rodolfo Giugliani é barítono que atua há vários anos no cenário lírico nacional. Sua voz já deu vida a diversos personagens, seu Falstaff no Theatro São Pedro em 2015 mostrou excelentes qualidades cênicas e vocais. Em 2016 cantou Iberê da ópera Lo Schiavo de Carlos Gomes no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Publico e crítica elogiaram sua atuação nesse complexo e difícil personagem. Por essa grande atuação Rodolfo Giugliani é mais que merecedor do prêmio Melhor Cantor Solista do ano de 2016.

Abaixo seguem trechos de críticas publicas nesse blog e no movimento.com

  "Demonstrando voz ampla e maleável, expressiva em sua ária  "Sogni d'amore" no ato IV. E saiu-se bem num papel que põe cruelmente à prova o seu registro grave, sobretudo na cena de confrontação com os seguidores do cacique Goitacá, vivido por Pedro Olivero (baixo)". Marco Antônio Seta, Blog de Ópera & Ballet.

"A emoção contida na solidez vocal deste perfeito barítono verdiano que é Rodolfo Giugliani, que – tarefa difícil – em vez de imitar qualquer dos ilustres Iberês que o antecederam, plasmou sua leitura de forma completamente nova, estabelecendo um parâmetro para o papel". Sergio Casoy, movimento.com

"No elenco, o grande destaque é do papel titular com o barítono Rodolfo Giugliani, com sua sólida tessitura e belo fraseado no Sogni d’amore." Wagner Correa de Araújo, Blog de Ópera & Ballet.

"O barítono Rodolfo Giugliani foi um Iberê exemplar, com voz robusta e potente, e com grande presença. Já em sua primeira intervenção, In aspra guerra, o artista disse a que veio, confirmando mais adiante a intensidade de sua atuação de alto nível em passagens como o dueto com a soprano no terceiro ato, Fra questi fior che adori, o monólogo subsequente, Fragile cor di donna, até chegar à ária Sogni d’amore no ato final. Giugliani cantou com a bravura do nobre guerreiro que é Iberê, e certamente está vivendo no Rio de Janeiro um dos grandes momentos de sua carreira até aqui." Leonardo Marques, movimento.com

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